Reportagem

“O jornalismo de games não tem mulher”, diz Pablo Miyazawa durante a Campus Party 2015

Por Victor Frascarelli*

O palco Marte da Campus Party Brasil 2015, de jogos, recebeu nomes de peso do jornalismo brasileiro especializado em games numa tarde de quinta-feira (5). Sob a mediação de Pablo Miyazawa (IGN), reuniram-se Théo Azevedo (UOL Jogos), Caio Teixeira (Overloadr), Gustavo Petró (IGN), Nelson Alves Jr. (Inside Xbox), Pedro Falcão (Red Bull Games) e Humberto Martinez (PlayStation Oficial) para discutir o tema “Jornalistas ATIVAR!: Quais as perspectivas do jornalismo de games no Brasil?”.

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Foto: Campus Party Brasil/Creative Commons

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Entrevista

Ilustradora de games brasileiros cria e explica campanha feminista “lute como uma garota”

Carolina “Kaol” Porfírio tem 28 anos e joga videogames desde a época do Atari. Ilustradora de games da empresa Kuupu, ela está no mercado brasileiro de jogos há três anos e só trabalhou lá, mas também fez trabalhos freelancers na Invent4 com um jogo educativo. Estuda tecnologia em jogos digitais na Feevale, é casada com o desenvolvedor Roni Silva e é da cidade de Torres, no Rio Grande do Sul. Ela criou em 10 de janeiro neste ano, através do Facebook, a campanha feminista “lute como uma garota” (fight like a girl), brincando com figuras conhecidas do mundo dos videogames e da cultura pop através de sua arte de fã.

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Opinião

Feminismo pode ajudar na criação de novos jogos brasileiros?

A desenvolvedora de jogos Carolina Porfírio, da Kuupu de Porto Alegre, divulgou uma imagem cobrando respeito pelas mulheres que jogam online. Neste ano, graças ao GamerGate e aos abusos que as pessoas do sexo feminino sofrem em todos os momentos nos games digitais, o feminismo se tornou uma das pautas centrais e que mais provocaram discussões.

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Opinião

GTA pode ser feminista?

O texto não aborda exatamente a cena brasileira de games, mas é um assunto que envolveu a comunidade nacional nesta semana.

A notícia partiu do site Player2. “Loja cede a pressões feministas e retira GTA V das prateleiras”. De acordo com o texto, lojas da rede Target na Austrália tiraram o jogo violento por pressão de uma petição online de 41 mil pessoas que sofreram abuso sexual.

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Reportagem

Feminismo entrou em pauta em debate de Jogos e Gênero na SBGames

A SBGames acabou no dia 14 de novembro, mas um debate no evento sobre Jogos e Gênero do dia 13 chamou atenção ao tratar do feminismo nos videogames. A discussão foi mediada pela professora e doutora Edla Eggert, da Unisinos, e envolveu jovens e crianças que estavam no local. GamerGate e a questão da igualdade nos jogos foram pauta das principais falas.

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