Opinião

Game Over: A Nintendo, os impostos e uma geração infeliz

Por Moacyr Alves*

Nintendo, empresa japonesa de games, anunciou o término de sua distribuição oficial no Brasil neste mês. O principal motivo para a medida foi a preocupação da companhia em pagar os impostos da maneira mais correta possível, o que eleva o preço dos jogos aos patamares mais caros do mundo se comparados com outros lugares com situações similares.

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Por que eu acabei entrando no jornalismo de games?

Esta é uma pergunta que eu me pego fazendo diariamente, porque eu às vezes não lembro direito como começou. Só sei de uma coisa concretamente: Não era um sonho de infância. Mas acabei entrando na área e acho que estou pegando gosto em fazer jornalismo de videogame, especialmente aqui no Geração Gamer e nos demais sites em que eu colaboro.

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Final Fantasy VII, um autêntico épico cyberpunk. Ou seria eco-cyberpunk?

Este texto de opinião não trata exatamente sobre assuntos relacionados ao mercado brasileiro de jogos digitais. No entanto, é um texto sobre enredo de um jogo clássico, publicado originalmente em 17 de julho de 2011 no site Wii Are Nerds. Este material vai ao ar após a publicação desta excelente reportagem do site Kill Screen entrevistando o perfil de paródia no Twitter @ffvii_blazed. O texto de opinião do site norte-americano do dia 12 de janeiro de 2015 conclui que Final Fantasy VII “pertence a todos nós” e que suas memórias são imortais como clássicos da literatura do calibre de Hamlet, por exemplo. O jogo, no entanto, traz essa experiência no universo da diversão digital.

Um anti-herói, ex-membro de uma elite militar, vive em uma cidade futurista fazendo atos de terrorismo contra a corporação  que domina o mundo, a Shinra. Este é Cloud Strife. Um herói de guerra, também membro da SOLDIER, encontra uma entidade alienígena e acredita que será Deus na Terra. Seu poder ameaça toda a raça humana. Este é Sephiroth.

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O Link, do Estadão, acerta ao levar games brasileiros até a capa do jornal

O jornal Estado de S.Paulo, através de seu suplemento de tecnologia Link, acertou hoje ao publicar uma reportagem sobre a produção nacional de videogames e dar o destaque merecido aos jogos na capa da versão impressa da publicação. A grande imprensa brasileira, com algumas pontuais exceções, normalmente não dá atenção ao mercado brasileiro de games interno que cresceu em mais de 100 empresas entre 2009 e 2013, segundo a pesquisa GEDIGames da USP com o BNDES. Atualmente, estima-se grosseiramente que há cerca de 300 grupos fazendo jogos no Brasil, com investimentos de até 100 mil reais em alguns títulos.

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