A Smyowl, startup brasileira de games de Sorocaba, fará um encontro em sua sede no próximo dia 2 de fevereiro, uma segunda-feira. O objetivo do evento é promover o SmyDay, um dia dedicado à visita de alunos de cursos de jogos digitais, além das pessoas interessadas em começar a trabalhar no mercado brasileiro de jogos digitais. A empresa vai receber alunos do curso de Jogos Digitais da Fatec do município de Carapicuiba, em São Paulo.
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Ilustradora de games brasileiros cria e explica campanha feminista “lute como uma garota”
Carolina “Kaol” Porfírio tem 28 anos e joga videogames desde a época do Atari. Ilustradora de games da empresa Kuupu, ela está no mercado brasileiro de jogos há três anos e só trabalhou lá, mas também fez trabalhos freelancers na Invent4 com um jogo educativo. Estuda tecnologia em jogos digitais na Feevale, é casada com o desenvolvedor Roni Silva e é da cidade de Torres, no Rio Grande do Sul. Ela criou em 10 de janeiro neste ano, através do Facebook, a campanha feminista “lute como uma garota” (fight like a girl), brincando com figuras conhecidas do mundo dos videogames e da cultura pop através de sua arte de fã.
Labindie e Splitplay farão campeonatos dos jogos Porcunipine e Phoenix Force na Campus Party 2015
A incubadora de projetos Labindie e a loja de jogos brasileiros Splitplay organizarão dois campeonatos de Porcunipine e Phoenix Force durante a Campus Party 2015 no palco Marte, entre os dias 5 e 6 de fevereiro. A Escola Brasileira de Games vai premiar quatro vencedores, dois de cada campeonato, com vagas para cursos de especialização em negócios na área de games. Duas vagas adicionais, serão sorteadas para a platéia presencial e online que estiverem acompanhando o campeonato. O evento vai promover a cena brasileira de games.
ABRAGAMES terá representante na Comissão Nacional de Incentivo à Cultura
A Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Digitais (ABRAGAMES) anunciou no dia 26 de janeiro que terá um representante na Comissão Nacional de Incentivo à Cultura. A informação foi dada por Eliana Russi, executiva responsável pelos negócios internacionais da instituição. “Isso significa mais projetos de games sendo beneficiados pela Lei Roaunet”, disse ela, lembrando de casos de sucesso como o jogo Toren, da desenvolvedora Swordtales.
Não existem jogos sérios. Existem temas sérios para games
Por João Marcelo Beraldo*
Uns meses atrás foi anunciado mais um concurso do Sebrae para a criação de jogos sérios. Lembro que em um grupo de desenvolvedores de games brasileiros um ou outro fizeram piada, achando que “jogos sérios” fosse um termo sem sentido criado por alguém que não entende de jogo.




