Opinião

Brasil Game Show vai se tornar um evento de games indies? Veja imagem exclusiva da planta no local

Depois de uma estreia tímida em 2014, a Área Indie da Brasil Game Show (BGS) terá o dobro de espaço e de empresas no evento, segundo a organização em release divulgado no dia 1º de fevereiro. Cerca de 10 startups participaram da primeira edição, o número de indies subiu para 36 em 2015 e agora eles prometem 72 empresas brasileiras desenvolvedoras de jogos dentro da feira.

area-indieDe acordo com a BGS, 54 companhias já toparam participar. Geração Gamer teve acesso exclusivo à planta do evento, informação vinda de fontes que pediram sigilo.

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O desafio é: Será que a organização está cobrando preços mais justos dos devs nacionais nesta edição. Em 2014, a área de quatro metros quadrados teve custo estimado entre R$ 3 mil e R$ 4 mil. A BGS está praticando preços mais justos?

Não é segredo para ninguém que enfrentamos uma crise financeira atualmente. Com retração de 3% da economia brasileira em 2015, é negócio abrir mais espaço para participação nacional por preços mais módicos. Tirar a Área Indie da parte de trás da praça de alimentação para colocá-la perto dos estandes do PlayStation e do Xbox dá maior visibilidade – especialmente agora que Aritana e Horizon Chase estão desbravando espaços pros indies nos consoles de alta performance.

A Brasil Game Show reuniu 300 mil pessoas no ano passado. Vai se tornar uma vitrine para os nossos indies?

BGS sai do Expo Center Norte e será realizada no São Paulo Expo Imigrantes, entre 1 e 5 de setembro, antes de outubro como ocorria tradicionalmente.

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2 comentários sobre “Brasil Game Show vai se tornar um evento de games indies? Veja imagem exclusiva da planta no local

  1. É muito bom ver a BGS dar mais espaço para os estúdios nacionais. Que seja como o texto sugere: que a direção do evento esteja com preços mais módicos para os estúdios nacionais.
    Falar que a BGS vai se tornar evento indie é forçar a barra. Jamais que trezentas mil pessoas vão pagar um ingresso caro e ficar horas numa fila debaixo de sol para ver games indies. Na melhor e mais otimistas das hipóteses, enxergo uma BGS em 50/50 entre indies e estúdios grandes (espacialmente falando) nos próximos anos.
    Mas o que realmente me preocupa em relação aos indies nacionais é a dependência deles com a BGS: ela é talvez o único evento grande do gênero no país, talvez a única oportunidade real deles de conseguir atingir o público. E a BGS, por sua vez, tá longe de ser um evento inclusivo com o público de mais baixa renda que também consome video games: o preço do ingresso e alto, os preços da praça de alimentação são abusivos e por aí vai.
    A BGS continua crescendo, parece estar dando mais atenção pro cenário nacional e tudo mais, mas espero que ela priorize exatamente isso: a realidade brasileira. Que ela pense nisso na hora de colocar preços pra quem quer ajudar a fazer o evento e para quem quer visitar o evento.

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  2. Pingback: 10 novidades que mexeram com a cena brasileira de games – 12/02/2016 | Geração Gamer

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