Desenvolvido pelo time carioca da empresa Aiyra, o game educacional Cabô a Água foi criado durante a maratona de 48 horas do Global Game Jam. O jogo tem o timing com a crise hídrica que atinge a região sudeste brasileira, incluindo o estado de São Paulo, que foi mal gerido no reservatório da Cantareira pelo governador Geraldo Alckmin e pela empresa responsável pelo abastecimento, a Sabesp.
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Unisinos desenvolve 23 games durante a Global Game Jam 2015
A Universidade Vale dos Sinos (Unisinos), de São Leopoldo, Rio Grande do Sul, divulgou neste domingo (25) que criou 23 jogos digitais durante as 48 horas do Global Game Jam 2015, entre os dias 23 e 25 de janeiro. Os games são: A Caçadora de Memórias (The Memory Hunter); Alex Soldier; Astronauta Biscoito; Cowbro; D Solver; Delivery Team; Fishnu; I Dare You; I Wanna Go To Cidreira NOW!; Idle Fantasy; Just Us; My Name Is Mayor; Neko Run; O Cemitério; Oasis; Oh Sh…; Oh, Happy Day; Spider Threat; The Game You Don’t Want To Play; Think Different; W.E.C.R.Y.; e We Are Fox.
Game Over: A Nintendo, os impostos e uma geração infeliz
Por Moacyr Alves*
A Nintendo, empresa japonesa de games, anunciou o término de sua distribuição oficial no Brasil neste mês. O principal motivo para a medida foi a preocupação da companhia em pagar os impostos da maneira mais correta possível, o que eleva o preço dos jogos aos patamares mais caros do mundo se comparados com outros lugares com situações similares.
Beenoculus, o “Oculus Rift Brasileiro”, é lançado na CES em Las Vegas, nos EUA
Brasileiros lançaram nesta terça-feira (6), durante a Consumer Electronic Show (CES), em Las Vegas, o óculos de realidade virtual Beenoculus. O aparelho vai competir com o Oculus Rift, da OculusVR que foi comprada pelo Facebook, e com o Gear VR, da Samsung. E pode se tornar uma nova plataforma para os games brasileiros.
O Link, do Estadão, acerta ao levar games brasileiros até a capa do jornal
O jornal Estado de S.Paulo, através de seu suplemento de tecnologia Link, acertou hoje ao publicar uma reportagem sobre a produção nacional de videogames e dar o destaque merecido aos jogos na capa da versão impressa da publicação. A grande imprensa brasileira, com algumas pontuais exceções, normalmente não dá atenção ao mercado brasileiro de games interno que cresceu em mais de 100 empresas entre 2009 e 2013, segundo a pesquisa GEDIGames da USP com o BNDES. Atualmente, estima-se grosseiramente que há cerca de 300 grupos fazendo jogos no Brasil, com investimentos de até 100 mil reais em alguns títulos.




