Empresa brasileira abriu no último dia 10 de dezembro, quarta-feira, um crowdfunding de 10 mil reais no site Catarse para financiar o jogo Blue: em busca do tesouro, de mergulho para sistemas iOS e Android. O Submersivo Game Studio deixará a iniciativa aberta para doações, com prêmios, até o dia 9 de janeiro. Se o game brasileiro conseguir 12 mil reais, terá mais inimigos em seus quatro níveis. Caso a companhia consiga 15 mil reais, o número de chefões sobe de dois para quatro dentro do jogo. O título será de graça se for financiado com sucesso.
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Earth Under Siege, da Insane, chega ao Steam
Jogo de “tower defense” com planetas no espaço, Earth Under Siege chegou nesta quinta-feira (11) ao Steam. O game para PC foi desenvolvido pela Insane, a mesma produtora do Jogo do Cascão com a Maurício de Sousa Produções. O preço da brincadeira ficou em R$ 36,99.
Cinco desenvolvedoras de jogos brasileiras estão em ranking TechinBrazil de destaque em 2015, da Fujikawa
A consultoria Fujikawa, do norueguês Egil Fujikawa Nes, elencou 94 empresas brasileiras que devem ficar no radar de investidores em 2015. A lista foi publicada no site TechinBrazil e apontou cinco desenvolvedoras de jogos digitais brasileiras: Duaik Entretenimento, de Aritana; Swordtales, de Toren; Behold Studios, de Chroma Squad; Mobjoy, de Band of Heroes; e Aquiris, de Ballistic.
Empresa de Brasília Fira Soft precisa de 50 mil dólares para financiar Kriophobia, jogo de terror
A empresa de Brasília Fira Soft abriu um crowdfunding no dia 4 de dezembro para seu novo jogo de survival horror, Kriophobia. A companhia precisa arrecadar, até o dia 4 de janeiro de 2015, 50 mil dólares canadenses. Demos do game em 3D já foram apresentados nos eventos BGS 2014, SBGames, em que o Geração Gamer esteve presente, e Comic-Con Experience. Kriophobia tem previsão de ser lançado em setembro do ano que vem.
SimCity pode te ajudar a estudar Contabilidade, segundo pesquisa da FEA-USP
Um estudo da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP afirma que o jogo SimCity pode ajudar estudantes de nível superior a aprender ciências contábeis. O levantamento foi realizado pelo professor Marcos Roberto Pinto, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).




